Arquivo | Setembro, 2011

“Não Sei Como Ela Consegue” estréia em Outubro, já estou me programando!

29 Set

 

Quem me conhece sabe que tento ser a pessoa mais programada do mundo. Antes de eu pensar em casar eu já fazia cotação de preço de eletrodomésticos para minha futura casinha, sempre fui assim, ANSIOSA. Para trabalhar ou disfarçar minha ansiedade, eu me programo. Assim, já anotei na minha agenda (uma pessoa programada jamais abandona a velha agenda de papel, vai que o celular dá tilt, vai que os IPAD`s da vida te deixam na mão) um dia, um horário para assistir a este filme “Não Sei Como Ela Consegue” (previsto para estrear no Brasil no dia 21 de outubro). Gênero água com açúcar que eu AMOOO, com a Sarah Jessica Parker que eu AMOOO mais ainda, sinopse: Kate (Sarah Jessica Parker) é a típica mulher moderna: trabalha fora de casa, educa dois filhos, cuida do marido e de si mesma. Tudo vira de cabeça para baixo com o chegada de um novo e charmoso colega de trabalho, Jack (Pierce Brosman). Será que ela dará conta do recado?

Shoop Shoop Song, by Betty Everett

Look do dia!

29 Set
Look do dia!

Eu acho que cinza é um coringa no guarda-roupa das crianças, assim como o preto é para nós. Vai com tudo! Amoo este vestido e infelizmente ele já está deixando a nossa casa, pois a caçulinha está crescendo. 

Palavra Cantada, quem não gosta?

29 Set

A minha xará Lu, mãe de Bi e Sofi, 2 peruinhas lindas, me deu uma dica super legal sobre um show que a dupla Palavra Cantada fará ao ar livre no Dia das Crianças, no Parque Ibirapuera. Para quem sempre tenta levar os filhos ao show desta dupla, sabe o quanto são caros os ingressos, assim, vale esta dica, pois o show será “no vasco”!!!

Quando? 12/10/11
Que horas? 10hs
Onde? Parque do Ibirapuera, lado externo do Auditório Ibirapuera (aquele projeto lindo do mestre Oscar Niemeyer)

Descobri que não temos 7 vidas.

27 Set

Fiquei “out” durante estes dias, pois meu marido quase ficou “out”  por um probleminha no coração. CORAÇÃO? Me perguntavam. Sim, coração! Meu marido é jovem, tem quase 40 anos, magro, pratica esporte regularmente, tem uma alimentação super balanceada, mas teve um problema de “fabricação” no coração, algo simples, mas que para chegar a esta conclusão, nos rendeu 12 horas no PA + 2 dias na UTI + 1 dia no quarto de hospital, saldo final = um coração consertado e várias reflexões! Hoje ele retornou ao trabalho e passa muito bem.

Durante os dias em que meu marido esteve no hospital, tentei não alterar muito a rotina das meninas, para que elas não estranhassem e não sentissem toda tensão. Pedi ajuda à família e aos amigos, para tentar distraí-las ao máximo, aliás nestas horas temos que deixar de lado aquela mania de não querer incomodar ninguém e pedir socorro. Me dividi em duas para estar no hospital e estar junto delas para que não sentissem a minha falta também. Mesmo com tudo isso, estas criaturinhas incríveis sofrem caladas e até escondem suas preocupações atrás de um sorriso, e quando a gente menos espera, elas desabam em lágrimas quando ouvem a voz do pai ao telefone e pedem desesperadas: “Pai, volta logo para casa!”. Foi desta frase que senti, ao mesmo tempo fraqueza, por não ter 7 vidas, e força, por querer me cuidar para estar sempre ao lado delas. A vida não é só minha, é delas também. Sei que existem pessoas que crescem e sobrevivem sem a presença dos pais, mas sei também o quanto é difícil este caminho sem eles. Não vou facilitar ao acaso, vou fazer o meu melhor, vou atrás daquela dieta para controlar meu colesterol, vou curtir os momentos mais entediantes do dia a dia, vou agradecer mais, vou fazer menos promessas para poder cumprir todas, vou me estressar menos com os “xiliques”, vou tentar ser uma pessoa, não melhor (já sou ótima…rarara), mas diferente (e modesta).

Desta experiência, deixo minhas dicas:
– Depois de marcar todas as visitas médicas das crianças, fazer meu próprio check-up.
– Fazer 1 atividade física.
– Vale a pena iniciar aquela dieta, não somente para entrar naquele vestido lindo, mas para controlar a diabete, colesterol, pressão.
– Continuar rezando, agradecendo e acreditando que existe uma força maior, um Deus maravilhoso que está sempre ao nosso lado, principalmente nas horas mais difíceis.
– Ter um bom medidor de pressão em casa.
– Cultivar a família e as amizades.
– Pedir ajuda.
– Carpe diem!

Varekai sem kids, sem culpa.

19 Set

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Ontem eu e meu marido fomos ao espetáculo Varekai, do Cirque du Soleil sem as crianças e sem culpa (pelo menos da minha parte de mãe). Minha amiga me perguntou, se eu não lembrei das meninas quando vi um monte de crianças assistindo ao espetáculo? Respondi: NÃO! Adoro a companhia delas, acho o máximo os olhinhos fixos quando se encantam com alguma coisa, mas definitivamente, não tive o mínimo receio em deixá-las na casa da avó. Meu marido, ao contrário, de vez em quando dizia: “Ah, elas iam gostar de ver isso!”  O h , m y   G o d ! A minha linha de raciocínio em não levar as crianças foi bem prática, não acho nada interessante pagar ingresso caro para assistir parte do show, já que elas não conseguiriam permanecer nos lugares por tanto tempo; não teria saco nem prazer que aguentasse prováveis xiliques; não preciso sentir culpa por querer curtir algo sem elas.

O espetáculo é fantástico, como outros que já vi. Desta vez, o show foi melhor, pois tive uma pequena participação, cedi meu colo para um daqueles palhaços que interaje com o público. Vergonha total! Meu marido quase deitou de tanto rir, pois ele sabia que eu morro de vergonha destas interações e que eu sempre tenho sorte de ser escolhida. Após o término do show fomos tomar lanche em um novo point dos Jardins “Brown Sugar” e lá veio mais um choramingo do paizão: “Elas adoram batata-frita assim!”. Pedi a conta, antes que meu marido acabasse com um pouco de segurança que eu ainda tinha por ter deixado as meninas.

VAREKAI EM SÃO PAULO
Até 14 outubro. (sessões extras: 13 e 14 de outubro)
Ingressos de R$140 a R$395
Local: Parque Villa Lobos (Avenida Queirós Filho, s/n – Alto de Pinheiros)

Look do Dia

18 Set

LOOK DO DIA

Let`s go Dora!

17 Set

Fomos ao show hoje de manhã no Citibank Hall, Av. Jamaris 213, Moema, entradas de R$ 70 a R$160, crianças pagam 1/2, estacionamento  Estapar em frente ao Citibank Hall e no próprio local R$30 (R$21 – Porto Seguro). As meninas adoraram, mas foram bem críticas com relação ao tempo de show: “Que pouco, mamãe!”. Para quem curte a Dora, vai gostar e reconhecer os chavões in English dos personagens. Agora, se as crianças não curtem muito a Dora e são maiores de 6 anos, esqueça, elas acharão o show bem chato e bobo.

Cada macaco no seu quadrado

15 Set

Hoje levei a Mika ao dentista e tudo foi bem até os 30 minutos de consulta, depois disso, a dentista veio com aquela espuma de fluor e tudo voou: fluor, as ferramentas devidamente esterelizadas, o tal do “Capitão Gancho”, o “Chupa-chupa”. Que vergonha!

O que fazer nessa hora? Dar uma bronca em tom baixo? Em tom alto? Palmadas? Não! Palmadas é violência doméstica, posso ser presa. Simplesmente segui a orientação da doutora de deixar a sala, afinal ela é especialista em criança, tudo bem dente de criança, mas é mais especializada do que eu, afinal eu só pari, não me especializei nessa matéria ainda. Rarara… sai de fininho. Podem me achar a mãe mais relapsa do mundo, podem me criticar, mas sai sim da sala, deixei a minha pequena aos berros e chutes, mas fiquei grudada na porta do lado de fora para ouvir o método que a doutora utilizaria para acalmá-la(sou macho, mas sou mãe!). Ela conversou, conversou e conversou e a Mika foi se acalmando.

Assim que retornei á sala, a doutora me chamou atenção não pelo comportamento dela, mas por não estar escovando os dentes dela com o empenho necessário. Nessa hora, fui eu quem tive vontade de jogar todos aqueles instrumentos para o alto e gritar. Deus é testemunha da novela que eu assisto toda noite para conseguir escovar 3 bocas, depois de um dia de correria e ela vem me falar em falta de empenho? Vá escovar macaco doutora! Eu levo 20 minutos para escovar cada boca, deito elas no meu colo, passo fio dental, escovo dente por dente do jeito que ela ensinou e não tem dado resultado? Cansei…. Vamos resolver de uma vez esta situacão: pedi para ela diminuir o tempo entre 1 consulta e a outra, assim ela mesma faz a limpeza no dente da Mi e eu faço a manutenção.

Depois de crises existenciais, cobranças de mim mesma, resolvi cuidar da minha saúde mental e deixar a saúde bucal para quem entende!

Para ficar na memória

15 Set

“Minha História, Minha Cidade” é o tema que a minha filha mais velha está estudando neste trimestre . A professora propôs que os estudantes convidassem para uma apresentação, alguém que fosse imigrante, ou alguém que pudesse contar histórias sobre imigração. A confusão estava instalada em casa. A Tererê passou duas semanas, caçando imigrante na família que pudesse fazer a tal apresentação na escola e não conseguia ouvir um “sim“. “Eu sou a única que não conhece um imigrante!”, ela dizia. Numa noite comecei a contar histórias sobre meu pai e o que ele com certeza estaria ensinando elas a fazer. De repente, ela saltou do meu lado e disse: “Isso mamãe, isso vc poderia contar na minha sala. Isso é sua história e a história do Di (avô em japonês)”. A sacada dela foi perfeita, pois entendeu o que era memória e me incentivar falar sobre meu pai, me derreteu o coração.

Eu, a japa mais paraguaia de São Paulo, que não come comida crua e  só sabe contar até 10 em japonês, não era a pessoa mais indicada para abordar este assunto, mas graças a minha mãe, livros e Internet, fiz uma pesquisa bem interessante. Envolvi a Tererê na preparação da apresentação e acreditem, ela me deu ótimos insights, por exemplo:  ela me perguntou sobre o local do tsunami, pois a turminha tinha feito uma campanha para ajudar a Cruz Vermelha do Japão.

No dia, pedi para que ela me ajudasse também durante a apresentação, pois levei vários materiais para os amigos conhecerem. Ela ficou toda orgulhosa e tirava da sacola os objetos que eu me referia. Ao final, ganhei a galerinha distribuindo balas, biscoitos made in Japan (dica da Tererê)

Como conclusão do meu trabalho, digo que ela adorou participar de todo este processo de pesquisa e preparação e eu vivi mais um momento muito especial e único ao lado dela.

Como sair para um restaurante sem “reforço” …. Socorro!

12 Set

Sempre fui o tipo de mãe mais para programada do que para espontânea. Gosto do planejamento, de ficar curtindo os preparativos, matutando o que pode dar certo e principalmente errado, já que com filhos, tudo pode acontecer, ainda mais quando vc tem mais do 1 filho! (imaginem eu com 3!) De uns 3 meses para cá, tenho ousado sair somente nós, eu, meu marido e as meninas sem, o que chamamos em casa, “REFORÇO” (uma terceira pessoa para ajudar) e o resultado tem sido divertido, mas um desastre em termos de planejamento, rarara…

Eu continuo saindo com aquelas bolsas de mãe que vc encontra quase tudo, é um saco, mas melhor isso do que tornar o passeio chato:
1) casquinho leve – sempre acabo usando, pois nunca acerto na previsão do tempo
2), 2fraldas – as menores ainda usam quando dormem
3) analgésico – o pediatra das meninas, deu uma dica super legal de um analgésico mastigável Tylenol que vende nos Estados Unidos, é ótimo, pois não vaza na bolsa. É claro que quando acabar estas frescuras de mastigáveis, recorrerei ao bom e velho Allivium em gotas.
4) lenço umedecido – AMOOOOOO! Limpa piriquita, bumbum, mão suja, boca melada, refresca em dia de calor, dá um cheirinho no pescoço e no chulé, 1001 utilidades. Tem um lencinho da Natura, Banho de Gato, que protege a pele e tem um cheirinho tão bão. O preço é um pouco diferente dos outros, mas o cheirinho também é mais gostoso que os outros.
5) tranqueiras, como balas, M&M’s, bala de goma – não sou fã, aliás em casa só vale nos fins de semana, but em caso de xiliques agudos, vale este cala boca.
6)  blocos de papel e giz de cera – não recomendo lápis, pois as crianças só gostam de apontar os lápis e não de usar, muito menos canetinhas, que só servem para estragar as roupas mais legais das crianças. Tem que ser bloco de papel e não caderno, pois cadernos pesam mais e com certeza as crianças vão arrancar a folha do caderno para carregar o desenho que fez, acho que isso é algo instintivo, não sei porque.
7) DSI’s – eles são ótimos para entreter qualquer criança. Apesar do preço ser um pouco salgado, vale o esforço, vale pedir para algum amigo trazer de viagem, vale pagar em vezes, vale um minuto de sossego!

Mika jogando DSI