Pais autoritários

24 Fev

Minha amiga Lu, me mandou um artigo que saiu no UOL sobre a propensão dos pais autoritários em criarem filhos delinquentes. É como se os filhos buscassem um comportamente contrário ao da pressão autoritária dos pais. Essa conclusão foi dada através do resultado de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, pela Universidade de New Hamshire (UNH). O texto ainda cita 2 tipos de pais:
1) Exigente: apesar de controladores, são também interessados nas necessidades de seus filhos. De acordo com o estudo, pais com essas características criam crianças auto-suficientes, contentes e com autocontrole.
2) Permissivos: acabam não estabelecendo limites, mas são receptivos às necessidades de seus filhos. Os filhos sentem falta de uma relação paternal que os guiem.
Eu me vejo uma mãe exigente, um pouco mais para autoritária do que para permissiva. Tenho o seguinte pensamento, prefiro que as meninas levem uma bronca minha do que uma bronca do mundo! No livro “Pais Brilhantes, Professores Fascinantes”, o autor Augusto Cury fala sobre a importância de se dizer não aos filhos e complementa: “Se eles não ouvirem “não” de seus pais, estarão despreparados para ouvir “não” da vida.”

No site da Crescer, foi listado 5 frases que não devem ser ditas pelos pais me faz repensar antes de dar qualquer bronca:
– “Pára de chorar” – É uma frase clássica e e é repetida de mãe para filha, assim como o fator inibidor que esta frase carrega, pois na verdade, a criança precisa aprender a trabalhar a emoção que aquele choro carrega.
– “Volte já para a sua cama, isso é só um sonho” – Mesmo vc estando naquele sono profundo, não se deixe levar pelo mau humor. Acalente sua filha, diga que o medo vai passar e que era apenas um sonho e coloque-a para dormir, na cama dela.
– “Essa injeção não vai doer” – Mentir não é o canal, criança não é boba e não gosta de ser enganada.
– “Você não aprende nada direito” – Péssima frase, pois não estimula e só coloca a autoestima da criança para baixo.
– “Se você não me obedecer, eu vou embora” – Confesso que costumo usar essa frase, mas não é por ai que a criança vai respeitar sua autoridade.

No final da matéria do UOL, tem até um teste (adoro testes, herança da minha fase de adolescente lendo a Capricho…rárárá) para saber como anda a relação som seu filho.

Referências: UOL, Crescer, livro “Pais Brilhantes, Professores Fascinantes” do autor Augusto Cury.

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